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15 de out de 2012

ANAEL – 15 de outubro de 2012

Mensagem publicada em 16 de outubro, pelo site AUTRES DIMENSIONS.


Áudio da Mensagem em Português

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Áudio da Mensagem em Francês

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Eu sou Anael, Arcanjo.
Bem amados Filhos da Luz, bem amados Liberadores, que o Amor e a Graça sejam sua Morada.

Eu venho a vocês para responder aos seus questionamentos e interrogações concernentes ao que vocês vivem e ao período que vocês vivem sobre esta Terra.

Assim, portanto, eu os escuto.

Questão: a necessidade de deixar esse efêmero é um desejo da personalidade ou uma realidade?

Bem amado, eu o remeto, para isso, ao que havia sido exprimido, há alguns anos, e concernente à tensão para o Abandono, pela Estrela HILDEGARDE DE BINGEN (ndr: sua intervenção de 25 de outubro de 2010, na rubrica «mensagens a ler»).
De fato, é preciso que essa aspiração, esse desejo – ou a expressão de uma impaciência, qualquer que seja – concernente ao efêmero desse corpo não seja, de modo algum, uma fuga, mas, efetivamente, essa tensão para o Abandono.
Tudo é possível.
Tanto mais que os laços, em relação ao efêmero, como vocês sabem, afrouxam-se, para inúmeros de vocês.

Suas experiências, seus estados, suas capacidades para viver algumas alterações da consciência comum posicionam como uma forma de desapego – e não outra coisa – do que é efêmero, em proveito da eternidade.
Contudo, viver essa necessidade, essa tensão, esse desejo encontrar-se-á confrontado, inevitavelmente, à realidade da saída do efêmero.
É apenas naquele momento que você poderá, de algum modo, avaliar se isso era, para você, uma fuga ou uma realidade.

Eu diria, para resumir, que isso é diferente para cada um de vocês, mas que existe uma proporção relativa dessas duas coisas, em cada um de vocês.
Cabe a vocês determinar o teor e a parte relativa disso.
Mas lembrem-se de que a ascensão acontece Aqui e Agora.
Esse Aqui e Agora os faz descobrir a Verdade Absoluta e afasta-os, portanto, da verdade relativa.
Mas, para isso, é preciso que isso seja um mecanismo natural e não um mecanismo que vise fazê-los evitar problemáticas ou, então, viver o que eu chamaria – e o que vocês poderiam chamar – uma fuga da realidade.

A única solução não está, finalmente, no fato de ver uma necessidade ligada ao ego ou de ver uma tensão do espírito para esse Abandono, mas, bem mais, de viver o que vocês têm a viver, naquele momento.
A Luz, pela Inteligência dela, por seu Abandono do Si, realiza tudo isso, sem qualquer questionamento.

Questão: por que eu não sinto qualquer medo a evacuar?



Considerar que existam medos a evacuar corresponde, ainda e sempre, a uma visão da própria personalidade.

Você se coloca, portanto, a si mesmo, como proprietário de seus próprios medos: você mantém, com isso, as resistências.

Tudo ao que vocês se opõem reforça-se.
É, efetivamente, por isso que o termo «Abandono do Si» foi escolhido, propositadamente.
Do mesmo modo que eu havia, à época, muito amplamente, comentado e explicado o Abandono à Luz.

O que sua personalidade não conseguirá, jamais, apreender é que, a partir do instante em que ela cessa de agir e de interagir com as circunstâncias desse mundo, a Inteligência da Luz, a Vontade da Luz, a Supremacia da Luz vai guiar sua vida, sob a influência da Graça, da Providência e de um estado no qual nada pode interferir com a Luz.
A interferência com a Luz virá, sempre, de vocês e, unicamente, de vocês, sós.
Eu não falo, obviamente, de considerações coletivas, ligadas ao sistema de controle do mental humano, mas ao seu sistema pessoal de medo.

Enquanto vocês têm a impressão de que devam reagir ou lutar contra algo, vocês não podem viver o Absoluto.
O princípio de ação/reação – quaisquer que sejam a expressão e a manifestação dele – será, sempre, o reflexo da dualidade e de mecanismos da dualidade em ação.

Assim, portanto, ver os próprios medos é uma coisa.
Querer lutar contra os próprios medos é outra coisa.
Porque o que luta será, sempre, a personalidade que está, sempre, inclusa sob o princípio de dualidade, de ação/reação, de carma, de doença ou de saúde.
Isso não concerne, em nada, ao que você É.

O primeiro passo é, portanto, ver, claramente, esses obstáculos e compreender que você não É esses obstáculos e que nada do que você É pode ser alterado por esses obstáculos, de maneira alguma.
A superação ou a transcendência do medo não pode fazer-se por uma reação.
É extremamente lógico querer apagar ou transcender tal medo ou tal outro medo, mas isso será, sempre, a ação da dualidade, do efêmero e da personalidade.

Colocar-se, resoluta e diferentemente, no Absoluto faz desaparecer, instantaneamente, qualquer medo.
Mas, para isso, é preciso passar pelo medo primordial do próprio desaparecimento.
Mas isso não se faz lutando, isso não se faz resistindo: isso se faz Abandonando-se.

Enquanto vocês creem conduzir uma pessoa, uma vida, a Luz não pode conduzi-los.
Os medos manifestam-se à consciência pela própria ação da Onda de Vida.
Se a Onda de Vida nasceu, ela reencontra o ferrolho que existe ao nível dos dois primeiros centros de energia (ndr: primeiro e segundo chacras) e, então, naquele momento, os medos inerentes à pessoa manifestar-se-ão.

O medo decorre, portanto, da liberação da Onda de Vida e da subida dela ao longo de suas estruturas.
Não há face a face com seus próprios medos, de maneira fundamental, enquanto a Onda de Vida não reencontrou a consciência, eu diria, dos dois primeiros centros de energia do corpo.

Questão: é normal sentir-se em Paz e viver, apesar de tudo, momentos de cólera?

Isso não é nem normal, nem anormal.
Isso corresponde ao seu posicionamento «a cavalo», eu diria, entre um estado e outro.

Eu os lembro de que a estabilização ou o estabelecimento, em uma consciência ou em uma não consciência, chamada a-consciência, pode fazer-se apenas quando há Abandono do Si.
Enquanto o Abandono do Si não é, inteiramente, vivido (justamente, pelo despertar da Onda de Vida, a travessia dos dois primeiros centros energéticos ou pelo depósito completo do Manto Azul da Graça sobre seus ombros), vocês estão submissos a essas oscilações e a essas flutuações.

Só aquele que é Absoluto passa, sem qualquer problemática, de um estado a outro, sem qualquer dificuldade, sem qualquer alteração do que ele É.

Questão: poderia desenvolver sobre o Som do Absoluto?

O Som do Absoluto corresponde, simplesmente, ao momento em que o Antakarana está, inteiramente, forrado de partículas Adamantinas, realizando não, unicamente, o Canal Mariano individual, mas, sobretudo, a conexão ao Canal Mariano coletivo.

É naquele momento que pode existir o que é nomeado «Som do Absoluto».

Questão: o som agudo, percebido nos dois ouvidos, para quando se torna Absoluto?



Não.
O Absoluto não se importa com esses sons.

Os sons traduzem a elevação Vibratória em relação com o Nada (Canto da alma), traduzido pelo Antakarana (ou Corda Celeste) e o Canal Mariano.

O fato de ser Absoluto com forma não libera essa forma de sons ligados à Existência.

Questão: esses sons podem ser provocados por um acidente?



Esse não é, Bem Amado, o mesmo tipo de som.
Do mesmo modo que existem alterações do ouvido ou do cérebro, ou vasculares (que se traduzem pelo aparecimento de sons patológicos), o Som não é, jamais, isolado no quadro Vibratório: ele é acompanhado, é claro, pela percepção – no mínimo – da Coroa Radiante da Cabeça.
Ele não pode ser confundido com um som isolado, ligado a uma patologia.

Qualquer que seja o evento, aparentemente causal, se esse som é acompanhado de flutuações habituais (variações nos diferentes ciclos da Terra e do dia, e da noite, e do mês), se ele é acompanhado da percepção clara da Coroa Radiante da Cabeça, qualquer que seja o acidente que pareça inicial e causal, ele é ligado à abertura Vibral.
Se não existe qualquer dessas percepções Vibrais, ligadas à Coroa Radiante da Cabeça, nem uma das manifestações que lhes é conhecida, então, esse som nada tem a ver com o Som da alma.

A diferença é muito simples a fazer: entre um som dito patológico e um Som ligado à Abertura.
Os sinais de acompanhamento são extremamente presentes em um Som ligado à Abertura, o que não é o caso em um som ligado a um acidente ou a uma patologia.

Questão: pode-se chamar os Arcanjos não importa em qual momento?



Bem Amado, isso foi dito: o Alinhamento coletivo, que vocês vivem ou realizam, pode, também, acompanhar-se de toda forma de Alinhamento: no momento em que a Luz chama-os ou no momento em que vocês mesmos chamam-na, com qualquer Entidade de Luz que seja.
Simplesmente, durante o Alinhamento coletivo, foi-lhes pedido para chamar, mais especificamente, MARIA e MIGUEL.

Questão: qual é seu papel específico na Ascensão?

Bem Amado, isso nos remete a uma apresentação, muito antiga, que começou, de minha parte, antes das Núpcias Celestes e, portanto, antes do Conclave Arcangélico (ndr: sua intervenção de 8 de julho de 2009).

O lugar de cada Arcanjo – resumindo e simplificando – é uma Vibração específica que está presente no que vocês São, porque nós Estamos em vocês, do mesmo modo que vocês Estão em nós, mas vocês se esqueceram disso.

A ressonância de minha Radiância e de minha Vibrância trabalha sobre o Coração Ascensional (mais especificamente, durante este período), no que é minha função de Arcanjo da Relação e do Amor.
Eu permito, portanto, por minha Presença em vocês, facilitar o desenvolvimento do Coração Ascensional neste período.

Do mesmo modo que eu fui o Embaixador do Conclave Arcangélico, como Arcanjo da Relação, cada Arcanjo Vibra, em vocês, em uma tonalidade precisa, que corresponde a um dos chacras, mas, também, a uma das Portas e a uma das Estrelas, assim como aos Novos Corpos.

Eu o convido, para isso – para não ir muito longe em minha resposta – a ler o que foi escrito sobre o princípio de conexão aos Arcanjos (ndr: ver a rubrica «protocolos a praticar / os Selos dos Sete Arcanjos Principais»).

Questão: sentir o efeito da Onda de Vida difundir-se no corpo, como um gozo, releva de um bloqueio dessa Onda ao nível do primeiro chacra ou ao nível de sua estabilização?



Nem um, nem o outro: a Onda de Vida não tem que ser estabilizada nesse nível.
O gozo – o Êxtase – corresponde, efetivamente, ao reencontro entre a Onda de Vida e, sobretudo, o primeiro chacra, que dá percepções perfeitamente assimiláveis a um êxtase ou a um gozo.

Mas lembre-se de que a Onda de Vida não tem que ficar ali.
De acordo com as pessoas, ela vai ficar aqui mais ou menos longo tempo.
Hoje, aqueles que viveram a Onda de Vida, entre os primeiros tempos da Liberação da Terra, não param mais nesse Êxtase, porque a Onda de Vida saiu e fusionou com o Coração, com o Bindu e realizou, no Canal Mariano (e por intermédio de ligações existentes entre as Estrelas Cardinais da cabeça e os Pilares do Coração), a descida da Merkabah interdimensional pessoal, no Coração.

Assim, portanto, a Onda de Vida, que passa pelo Êxtase do primeiro chacra, é uma etapa, mas não uma finalidade.
Isso não traduz nem um bloqueio, nem uma estabilização, mas uma etapa.

Não temos mais perguntas. Agradecemos.

Bem Amadas Sementes de Estrelas, Bem Amados Filhos da Luz, Bem Amados Liberadores, eu lhes peço para, efetivamente, querer aceitar minha Bênção, minhas saudações, e eu lhes digo: até uma próxima vez.

...Partilhar da Doação da Graça...

Até breve.
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3 comentários:

  1. 1 - Lembrem-se de que a ascensão acontece Aqui e Agora. Esse Aqui e Agora os faz descobrir a Verdade Absoluta e afasta-os, portanto, da verdade relativa. 2 - A Luz, pela Inteligência dela, por seu Abandono do Si, realiza tudo isso, sem qualquer questionamento.

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  2. "Lembrem-se de que a ascensão acontece Aqui e Agora. Esse Aqui e Agora os faz descobrir a Verdade Absoluta e afasta-os, portanto, da verdade relativa.
    "O que sua personalidade não conseguirá, jamais, apreender é que, a partir do instante em que ela cessa de agir e de interagir com as circunstâncias desse mundo, a Inteligência da Luz, a Vontade da Luz, a Supremacia da Luz vai guiar sua vida, sob a influência da Graça, da Providência e de um estado no qual nada pode interferir com a Luz.

    "Eu os lembro de que a estabilização ou o estabelecimento, em uma consciência ou em uma não consciência, chamada a-consciência, pode fazer-se apenas quando há Abandono do Si.
    "Enquanto o Abandono do Si não é, inteiramente, vivido (justamente, pelo despertar da Onda de Vida, a travessia dos dois primeiros centros energéticos ou pelo depósito completo do Manto Azul da Graça sobre seus ombros), vocês estão submissos a essas oscilações e a essas flutuações.
    "Só aquele que é Absoluto passa, sem qualquer problemática, de um estado a outro, sem qualquer dificuldade, sem qualquer alteração do que ele É.

    "A Luz, pela Inteligência dela, por seu Abandono do Si, realiza tudo."

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  3. Diante dos resíduos, uma única solução: 'Abandono do Si'. Ufa!!!
    Noemia

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