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31 de ago de 2012

MA ANANDA MOYI – 31 de agosto de 2012

Mensagem publicada em 2 de setembro, pelo site AUTRES DIMENSIONS.



Áudio da Mensagem em Português

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(GRAVAÇÃO REALIZADA DIRETAMENTE A PARTIR DO TEXTO FRANCÊS, SUJEITA, PORTANTO, A CORREÇÕES QUANDO DA TRANSCRIÇÃO).



Áudio da Mensagem em Francês

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Eu sou MA ANANDA MOYI, apoiada e acompanhada por MARIA e GEMMA (ndr: GEMMA GALGANI).

Irmãos e Irmãs, antes que eu exprima palavras, instalemo-nos, juntos, no Manto Azul da Graça.

... Partilhar da Doação da Graça...

Que a Onda de Vida e a Fonte de Cristal reguem-nos e nutram-nos, durante nossa Presença comum, as palavras que vou dizer e as palavras que, talvez, vocês me dirão.

Vou tentar exprimir – apoiada por sua Presença, por nossas Irmãs Estrelas, apoiada pelo Manto Azul da Graça, a Onda de Vida – um pouco mais sobre Ser e Absoluto ou Ser no Absoluto.

O Absoluto – cuja menor palavra seria, de algum modo, uma traição do que ele É – foi qualificado de Não Ser, de Não Presença e de Não consciência ou A-consciência.

O Absoluto não pode ser qualificado, porque qualquer qualificativo seria a ele, já, uma saída.
O Absoluto é Amor e Luz, além de qualquer qualificativo, de qualquer pessoa, de qualquer identidade, de qualquer sentido, de qualquer Presença e de qualquer Ausência.

O Absoluto traduz-se, na consciência, pela Morada de Paz Suprema, por esse êxtase portado até seu máximo.
E esse máximo é sem fim e sem limite.

Ser no Absoluto, para além de todo Ser, é desaparecer, apagar-se de todo parecer, de todo sentido e de toda lógica, de toda observação.
É não mais ser aqui ou ali e, no entanto, também, por toda a parte, aqui ou ali.

Cada uma de minhas frases é sustentada e portada pela Onda de vida, no Manto Azul da Graça.
Ser no Absoluto é sair do Ser.
É sair de todo sentido de qualquer existência.
É depositar todos os fardos, todos os pesos.

Ser no Absoluto faz descobrir que não há seres separados, nem divididos.
É ser Amor, além de tudo o que pode ser uma representação dele.
É ser por toda a parte e de toda a parte, e de nenhum lugar, ao mesmo tempo.
É o instante em que a consciência nada experimenta, ou não há mais sinais, mais percepções e mais sentido.

Quando a pessoa desaparece, seu último pensamento é: «é o neant, o vazio».
É o último grito da pessoa.
Esse último grito da consciência da pessoa desaparece, e a própria ideia do neant desaparece, porque tudo é pleno, tão pleno, tão vasto, que nenhum limite pode ser pensado ou percebido.

Ser no Absoluto dá uma liberdade que nada do que é vivido na carne pode, mesmo, imaginar, nem mesmo vislumbrar.
Ser no Absoluto é um contentamento que não tem palavras para exprimir.
Ser no Absoluto é a Verdade que os faz descobrir que é a única.
Ser no Absoluto dissolve, instantaneamente, as compartimentações e todas as ilusões.

Tudo é preenchido de Amor.
Tudo é apenas Amor.
Nada mais pode ser que não o Amor.
Nada mais pode ser que não a Doação Total.
Uma Paz sem início, nem fim.
Uma Paz, ela também, Absoluta, da qual mesmo a palavra é, bem frágil para transcrever esse estado, para além da consciência e para além do estado, qualquer que seja.

Ser no Absoluto é redescobrir o que nós somos, individual e coletivamente, nesse mundo como em qualquer mundo, nesse Sol como em todo Sol, nessa Galáxia como em toda Galáxia, como em toda Dimensão.

Ser Absoluto é a Dissolução de todo pertencimento, o desaparecimento de toda forma, o desaparecimento de tudo o que não pode durar.
É estar em Comunhão permanente, tal como minhas Irmãs Estrelas e eu mesma imprimimos em vocês, bem além de minhas palavras.

Ser no Absoluto é a Água e o Fogo que trabalham em sua pureza primeira.
É desfrutar do Amor, como o Amor desfruta de vocês, porque não há mais você, não há mais eu, não há mais o outro.
Há apenas Isso.
Isso, de onde Tudo sai, que sustenta Tudo, que exprime Tudo.
É Ser no Absoluto que lhes dá a si mesmos, quando o Amor é Doação, quando a Doação é Amor e nada mais sustenta que não o Amor.
É o abrasamento e o crepitar do Coração.
Não, unicamente, o coração do Coração, mas o conjunto desse corpo que se abrasa no Fogo Celeste, aí, onde nada há a ver, nada a perceber, porque nada há a separar e nada há a distinguir.

É o Abrasamento da Alegria e da Paz que se renovam, permanentemente.
É aí onde tudo é esquecido: corpo, alma, espírito.
É aí onde reside o Eterno Amor, que não está nem aí, nem alhures, mas por toda a parte.
Abandonando-se, cada vez mais, o Amor parece crescer, cada vez mais, mas ele não pode, na realidade, crescer, uma vez que ele é imutável, em nossa Comunhão presente, bem além dessas algumas palavras, por nossa Presença Una, aí, onde todo sentido dissolve-se, aí, onde nenhuma identidade pode manter-se, no abrasamento e no crepitar da própria Consciência, que se consuma na Alegria e na Paz.

Ser no Absoluto dissolve tudo o que não é Amor.
E, além dessa Dissolução, é perceber que, mesmo o sonho, mesmo Maya não poderia existir sem ser sustentado pelo Amor, mesmo asfixiado.

Minhas palavras são bem frágeis, porque eu estou ao mais próximo de seu Coração, em seu Coração, e isso passa de qualquer coisa que não o Amor.
Minhas palavras espaçam-se, para deixar lugar à Plenitude, em Shantinilaya.
Minhas palavras espaçam-se, porque não há mais lugar para as palavras.

É a isso que os convida o Amor.
Assim revela-se a Verdade.
Nesse Silêncio preenchido, no qual nós nos situamos, Religados e Liberados, pelo Coração e pelo Canal do Éter e Mariano, no qual o indizível surge, de um modo que não pode mais, jamais, apagar-se.

Eu permanecerei no Amor, com vocês, para o Alinhamento, ao mesmo tempo em que no conjunto desta Terra, com minhas duas Irmãs Estrelas.

Se lhes agrada retomar as palavras, se existem, em vocês, questões e palavras, então, eu as escuto e permaneço, no entanto, na mesma Comunhão, de Ser no Absoluto, porque, nesse espaço de nosso Reencontro, a carne não faz mais barreira, como a pessoa, tampouco, pode fazê-lo, e porque a Graça está aí.

Então, se palavras há, eu lhes peço, Irmãs e Irmãos, digam-nas.

Questão: a Comunhão permitiria ser Absoluto?

A Comunhão dá-lhes a viver a Última Presença.
O Absoluto está aí – tomando uma imagem – exatamente atrás, exatamente à frente, exatamente depois.
A Última Presença ou Infinita Presença cria circunstâncias favoráveis para tudo soltar e nada reter.

A Comunhão, como a Deslocalização, ou qualquer outro elemento que temos comunicado e que vocês vivem cria as condições propícias ao Abandono do Si, que cria as circunstâncias iniciais nas quais Doação, Abandono e esquecimento de Si podem sobrevir.

Eu sou MA ANANDA MOYI.
Nesse estado, dizer: «eu os Amo» é supérfluo, porque isso É.

Eu permaneço, em vocês e com vocês, se quiserem.
O que quer que seja, eu acompanharei o Alinhamento.
Até breve.

... Partilhar da Doação da Graça...
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5 comentários:

  1. Não se ouve a sua gravação.
    Célia é uma excelente ideia a sua.
    Gratidão pelo seu trabalho!
    Maria

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  2. "não se ouve"? eu ouvi perfeitamente!
    Rendo graças!
    Rafaela

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  3. Um Poema Sagrado,"SER NO ABSOLUTO". Imperdível...

    A gravação Célia, permite, vivermos a Unificação, 'no seu espaço sagrado', com 'a voz da Natureza', presente, forte, na forma de 'au, au, au'.
    Magnífico tudo.
    Noemia

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  4. A MSG trata do Não-Ser, que aquivale a Ser no Absoluto. Diz que isso implica em todas as ausências e desaparecimentos, desembocando no que qualquer personalidade imaginaria ser o Nada. Diz que para aquele que foi adentrado nesta realidade última e eterna, do Absoluto, todas as noções conhecidas deixam de existir, incluindo, com certeza, a do próprio desaparecer. Diz também que o Absoluto é indizível, mas que tem a sua garantia em todas as coisas, quer no centro, e no todo em volta.

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  5. "Ser no Absoluto é a Verdade que os faz descobrir que é a única.
    "Ser no Absoluto dissolve, instantaneamente, as compartimentações e todas as ilusões.
    "Ser no Absoluto faz descobrir que não há seres separados, nem divididos.
    "Ser no Absoluto é a Água e o Fogo que trabalham em sua pureza primeira.
    É desfrutar do Amor, como o Amor desfruta de vocês, porque não há mais você, não há mais eu, não há mais o outro.
    "Quando a pessoa desaparece, seu último pensamento é: << é o neant, o vazio >>. É o último grito da pessoa. Esse último grito da consciência da pessoa desaparece, e a própria ideia do neant desaparece, porque tudo é Pleno, tão pleno, tão vasto, que nenhum limite pode ser pensado ou percebido.
    "Tudo é preenchido de Amor.
    Tudo é apenas Amor.
    Nada mais pode ser que não o Amor.
    Nada mais pode ser que não a Doação Total.
    Uma Paz sem início, nem fim.
    Uma Paz, ela também, Absoluta, da qual mesmo a palavra é, bem frágil para transcrever esse estado, para além da consciência e para além do estado, qualquer que seja."

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