Seguidores

SE VOCÊ COMPARTILHAR ALGUMA MENSAGEM DESTE BLOG, FAVOR REPRODUZI-LA EM SUA INTEGRALIDADE, CITANDO A FONTE OU INDICANDO O LINK DA MESMA.

1 de mai de 2015

ENSINAMENTOS DE ABRIL DE 2015



As mensagens do mês de abril, que devem ser lidas na ordem seguinte:


LI SHEN – PHILIPPE DE LYON – SRI AUROBINDO


MIGUEL


URIEL


TERESA DE LISIEUX


NO EYES


MARIA


ESPÍRITO DO SOL


Abril de 2015

Eu sou o Espírito do Sol, e eu saúdo sua radiância, de minha radiância, que revela, em vocês, a imanência de minha Presença em sua Presença.
Na Paz da Eternidade, acolhamos, juntos, o Silêncio eterno da Criação.

… Silêncio…

Na mesma radiância, vivamos, então, a imanência de nossa Unidade.
Emanando de vocês, como emana de mim, recriam a Beleza e o canto da Verdade.

… Silêncio…

Eu estou em cada um de vocês, e eu sou cada um de vocês, a partir do instante em que vocês colocam o que deve ser depositado, o que pertence ao que não dura, ao que é inscrito nos ciclos da vida e da morte.
Eu os convido a entrar na glória do Sol.
Comunguemos e dancemos na Liberdade.
Nesse espaço, no qual nada pode parar, no qual nada pode frear o coração, o Amor e a Verdade.
Aí, você que me lê ou que me ouve, eu o convido em cada manifestação, como em cada ausência, a deixar emergir o sopro da Vida Una, o sopro do Verbo e o sopro do Silêncio.

… Silêncio…

Eu o convido a comparecer diante do trono da infinita Misericórdia e da infinita bondade.
Eu o convido para onde nada pode ser perdido e onde você nada mais terá a depositar nem nada a esperar.
Eu o convido ao Éter da Verdade, ao Éter da Vida.
Eu não o convido, unicamente, a escutar-me, eu não o convido, unicamente, a reconhecer-me, mas eu o convido a repousar, no Silêncio e na Plenitude de seu coração elevado, você, que está aí, você, que lê e que ouve o que você é, que eu faço apenas ressoar, aí, onde nenhum obstáculo pode pôr-se e onde nada mais pode acontecer que não a expressão ou o Silêncio do Amor em todo mundo.

Eu venho convidá-lo ao Apelo de Maria.
Eu venho chamá-lo à sua Paz, eu venho chamá-lo à sua Verdade.
Ouça, no mais profundo de seu coração, o ritmo do Amor que a própria Luz manifesta em seu seio.
Eu o convido a acolher a si mesmo, nesses espaços sem fim e sem limites da expressão da consciência; eu o convido a reconhecer-se em cada vida, em cada ato, em cada posição, em cada dimensão.

Eu venho coroar sua obra, que o conduziu a reencontrar-se, que o conduziu a viver-se, sem nada temer do instante presente e da espontaneidade daquele que sabe, porque ele vive, e não porque ele crê, a beleza do Amor à beleza da Graça.

Eu o convido, ardentemente, com solicitação, a deixar ser o que é, a deixar viver o que vive.
Eu o convido a escutar-se, não nos gritos do que morre, mas na Alegria e no contentamento do que não morre, jamais.
Eu o convido, nessa forma, a superar e a transcender toda forma, em qualquer expressão que ela seja.

Eu o convido ao último Renascimento, aquele que não conhece outros mais.
Eu o convido à Vida eterna, àquela que não conhece nem tempo, nem peso e nem fardo.
Eu o convido a deixar cantar e trabalhar a Vida em todo mundo, aquele que você vê e percebe por seus sentidos e aquele que você vive em sua Essência.
Eu o convido, enfim, a não mais seguir qualquer sentido.
Eu o convido a permanecer em sua Morada de Eternidade.

Eu sou a Vida elevada que flui em sua forma, ainda presente.
Eu o convido a aliviar-se de todo fardo, de toda imposição, para ser responsável do Amor que você porta.

Escute-me, porque é o melhor modo de ouvi-lo.
Lembre-se de sua herança, de sua Presença eterna, quaisquer que sejam as densidades e os pesos que você viva, ainda, aqui e agora.
Ouse atravessar, ouse passar, sem temor e sem apegos.

Eu o convido à Essência vivificada daquele que vive Cristo e cuja Graça é o reflexo de sua permanência, de sua impermanência e de sua imanência.
Eu o convido, enfim, aos Ateliês da Vida, se tal é seu lugar.
Eu o convido, também, ao Grande Todo, no qual nenhuma forma pode aparecer.
Eu o convido para onde tudo é eterno.

Escute-se, você, que está aí, e ouça Aquela que vem mostrar-lhe sua verdadeira filiação que é Espírito, que põe fim às últimas cadeias do que pode restar de crenças e de ilusões.

Eu o convido, também, a nada mais olhar, diferentemente do que no olhar nu do Amor.
Eu o convido, sobretudo, a não mais escutar o que o efêmero grita a você, para batizar esses gritos na alegria do Amor.
Você, que se lê e que me lê, você, que me sente, você, que me procura, você, que duvida, eu sou o que lhe permitirá e que lhe permite, já, viver a certeza do que você é.

Eu o convido, se já não foi feito, a colocar-se onde nada pode ser retirado, onde nada pode faltar, onde não se coloca qualquer questão, porque o Amor preenche tudo, e não deixa qualquer lugar para outra coisa que não o Amor.

Eu o convido, a cada minuto de seu tempo, em qualquer circunstância que seja, a ver-se e a ver-me, a reconhecer-se e a reconhecer-me, o que põe fim, assim, a toda dor, a tudo o que não é verdadeiro.
Eu o convido a nada mais ver que não essa Beleza.
Para isso, veja a Essência, para além de todo parecer e de todo sofrimento.

Eu o convido, enfim, à Vida eterna, aquela que canta, aqui e alhures, em toda manifestação.
Eu o convido, também, a ser, aqui mesmo, aí, onde você está, o que você é, em Verdade.
Eu o convido a depositar as vestes de tristeza de suas experiências no efêmero, e a lavar-se, assim, colocado a nu, de todo vestígio e de todo peso.

Eu venho prepará-lo ao mais belo dos reencontros, à mais bela das verdades.
Eu venho saciá-lo, para que Aquele que lhe dará a beber da Água viva não possa, de maneira alguma, ser freado ou refreado por qualquer elemento de seu efêmero.

Eu o convido, também, a nada rejeitar do que a vida propõe a você nesses tempos, para delas fazer os degraus de sua escada para o céu, seu céu.
Eu o convido a reconhecer-se no esplendor da Luz.
Eu o convido a juntar-se ao Grande Todo, se tal é seu lugar, tendo abandonado todos os lugares e todas as manifestações de qualquer consciência que seja.

Você, que me escuta, e você, que me lê, vá além das letras formadas e vá além dos sons que eu pronuncio, porque eles são apenas o suporte da Vida, mas eles não são a Vida.
Veja além do que emana, vá além da alegria de sua Presença.
Supere-se, a si mesmo, ao superar-me, para que você também possa dizer, quando o momento chegar: «Pai, eu entrego meu Espírito em suas mãos. Você e eu somos Um, eu o reconheço e eu o vivo. Nada mais pode opor-se, no efêmero que eu vivi, para a instalação de seu Filho, porque eu sou, também, seu Filho, porque eu e o Pai somos Um, como Você e o Pai são Um».

Eu o convido a tomar consciência, para tornar-se consciente.
Eu o convido ao último salto do Apelo de Maria.
Eu lhe permito manter sua casa limpa para o momento final desse mundo e dessa ilusão, que corresponde ao retorno da Vida.

Você que está aí, você que escuta e você que lê, atravesse isso.
Toque a origem de toda vida e de toda forma, além das Moradas do Pai, na qual está a preliminar a toda a vida e da qual nada pode ser dito, nem em palavras nem em vibrações, mas na qual tudo pode ser acolhido e revelado, na qual nada mais é útil que não seu Coração de Diamante.

Você e eu, nós todos, portadores da mesma chama exprimida como mundos como criações e como belezas.
Eu não me dirijo apenas a você, mas, também, a cada um que se desvia, mas, também, a cada um que não está despertado, que passa por você que escuta e ouve, para que aquele que dorme desperte, enfim, não por sujeição, não por palavras, não por projeção, mas, bem mais, pela evidência de você mesmo que você dá a ver em cada olhar, em cada contato, em cada palavra.

Eu nada lhe peço, simplesmente, eu lhe digo, porque meu pedido cai a partir do instante em que você apreende a essência de minhas palavras.
Além de todo princípio, você é.
Eu sou a Voz direta do Espírito do Sol em você.
Meu único voto é que seu Renascimento faça-se na paz e na lucidez, você, que lê as palavras que eu formo ou que ouve além das palavras o que pulsa em você quando eu estou em você e você está em mim.

… Silêncio…

Nesse instante, a cada sopro que entra e sai de você, o sopro do Verdadeiro, aquele do Verbo, vem chamá-lo.
Eu venho dizer-lhe que o jogo termina e que cada um é ganhador, porque não há, jamais, perdedor na Luz.
Eu lhe propicio não mais jogar e ser aquele que permite o jogo de todo mundo, em toda consciência.

Você, cuja bondade do Amor revela-se àqueles que o veem, ao seu redor como ao longe de você, eu o convido ao olhar de Fogo e ao coração de Fogo.
Eu o convido à inocência da criança que recebe sua Mãe após uma longa ausência, enfim, tal como acreditou.
Eu convido sua carne a tornar-se Luz, eu convido sua carne a ser Transparência.

Todo meu apelo é apenas um apelo à Evidência.
Eu o convido, enfim, a ser, completamente, você mesmo, não nos jogos e nos papéis que você tem tido, mas, bem mais, para mostrar-se o digno Filho Ardente do Sol, que vivifica toda vida, em todo olhar e em todo gesto, como em toda palavra, fazendo de seus olhares e da vida nesse fim de ciclo um oceano de contentamento e um néctar de imortalidade, cujos aromas superam, amplamente, a sensibilidade da alma e a sensibilidade de seu corpo.

A partir do instante em que você tenha depositado os pesos de seus conhecimentos e os pesos de suas dúvidas, você descobre a Abundância.
Assim se vive o Amor, assim se vive o Verdadeiro, porque, nesse espaço que não é um, e nesse tempo que não conhece qualquer tempo desse mundo, há o Verdadeiro e o Pleno.

Agora que os Arcanjos abriram os Caminhos Daquele que vem, eu O anuncio em você, como eu lhe anuncio Maria.
Então, eu repito, como Ele disse há dois mil anos: «Vigiai e Orai», não pedindo, mas agradecendo, agradecendo-se, a si mesmo, e agradecendo a Vida.

Eu o convido ao espaço no qual não há mais qualquer perdão a pronunciar, porque tudo é pronunciado e tudo é resolvido.
Eu o convido, enfim, a estar aí, bem mais do que Aqui e Agora, porque você é bem mais vasto do que seu próprio corpo de Eternidade, porque você é bem mais vasto do que todo jogo da Criação, porque você nada é do que lhe seja pensável ou imaginável.
Tudo isso são apenas partes esparsas do jogo da consciência e da vida.

… Silêncio…

Eu o convido a nada reter.

… Silêncio…

No Silêncio, agora, eu permaneço e resido aí, onde você está.

Eu o convido, aí, de imediato, a você que lê e você que ouve, eu o convido à autenticidade que apenas pode vir de um coração transparente e elevado.
Eu o convido, também, a olhar-se, a ver o Amor que emana de seus olhos, como de seus poros da pele, aí, no Silêncio, aí, agora.

… Silêncio…

Para que você possa dizer, a cada um de seus irmãos e de suas irmãs, no mesmo olhar de Amor, dizer: «Meu amigo, meu amado», e nada mais dizer que não o Canto do Amor e da Vida.

Você e eu e cada um, aqui e alhures...

Eu o convido, aí.

… Silêncio…

No Fogo do Amor, no Ar da troca, na Água do Feminino sagrado e em toda a Terra, aí.

… Silêncio…

Eu nada mais tenho a dizer-lhe, a você, que ouve além das palavras.

Até sempre, na Eternidade do Amor.
Receba a Doação da Graça.
Assim eu o saúdo, assim eu o acolho, também.

… Silêncio…

Você, que me lê e você, que me ouve, eu gravo, em você, o Canto da Eternidade, nisso, eu digo obrigado.

Até breve.
--------------------------------