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29/07/2014

O.M. AÏVANHOV (por Marc) – 29 de julho de 2014



«O Último Abandono»

Bem, meus caros amigos, estou extremamente contente por reencontrá-los e ver que temos novas cabeças, não é?
E tudo isso me parece um pouco começar uma fanfarra – se vocês veem o que eu quero dizer – com esse lampejo de trovão.
OK, bem, eu queria imiscuir-me um pouco, simplesmente, em suas trocas, primeiro, para desejar as boas vindas neste lugar, para aqueles que chegam e aqueles que eu conheço, não é?
E, também, para dizer-lhes, como vocês talvez já saibam, que nós entramos, agora, em uma fase de aceleração.
Aceleração de quê?
Bem, simplesmente, aceleração do ritmo, do ritmo do que se produz, atualmente, por toda a parte em seu mundo, para aqueles que sabem observar os sinais disso.

Então, o que eu quero dizer-lhes, hoje, é, primeiro e sobretudo, que não há que preparar o que quer que seja em relação a isso, que o que eu já disse quando de minha última intervenção (ndr : aqui) é que o que chega e o que vem para vocês é o Amor, não é?
O Amor em uma forma cada vez mais visível e, eu diria, também, cada vez mais estrondosa.
Porque, enfim, bom, eu acho que vocês estarão de acordo comigo, as coisas duraram o bastante, e é tempo de fazer um pouco a limpeza aí dentro.

Então, como vocês podem observar, há os que creem nisso, ainda e sempre, que poderão levar sua pequena vida como se nada fosse, e outros que, simplesmente, não parecem ter a mínima ideia do que se perfila no horizonte, se posso dizer.
Bem, tudo isso vai mudar, radicalmente.
É simples, é o primeiro sinal para levantar a cortina do teatro que acontece.

Então, eu não venho a vocês, hoje, para repetir o que eu já disse na última vez, mas, sobretudo, para dizer-lhes, em especial a vocês que estão reunidos neste lugar, que não há preocupação a ter, mas, bem ao contrário, acolher bem o que chega.
E não é todo dia que se vai assistir a similar festa, não é?
Então, não se enfade com seu prazer.
Mesmo para os mais mal-humorados, eu diria, olhem – e, talvez, olhem, enfim – clara e alegremente, o que chega, parando de analisar tudo o que acontece, mas, simplesmente, vivendo-o com uma alma de criança.

Então, aí está, não há muito tempo eu lhes dizia, ainda: atenção, nada mais poderá permanecer escondido sob o tapete.
E, depois, eu lhes disse que se havia tirado o tapete e que o que havia permanecido abaixo dele encontrava-se exposto em plena luz e que vocês estavam postos a nu, face a face, de algum modo, com o que vocês recusavam, ainda, ver, e que vocês tentam, por todos os meios, esconder.

Bem, desta vez é ainda mais radical, porque não vai mais haver poeira a esconder sob o tapete, e não mais tapete, mas, simplesmente, uma forma de reversão, reversão completa que faz com que o que estava ao inverso reencontre-se no lugar, e que o que estava no lugar reencontre-se ao inverso.

O que é que isso quer dizer?
Bem, isso quer dizer que nós entramos, diretamente, no tempo da retribuição.
E essa retribuição nada mais consiste do que convidar-se a viver, de modo direto, as consequências do que vocês não quiseram ver.
Mas, desta vez, o que vocês não queriam ver no pior lado [o inverso do cenário], eu diria, vai encontrar-se no lugar do cenário.
E vocês vão vivê-lo de modo extremamente concreto, tangível e, mesmo, cada vez mais visível em suas vidas.

É o que se poderia chamar, como havia dito o Arcanjo URIEL, uma reversão completa de valores.
E é o que, doravante, vai presidir no modo pelo qual as coisas sobre esta Terra vão evoluir e tomar sua ascensão, de modo cada vez mais flagrante.
Com algumas deflagrações e, também, para aqueles que souberam preparar-se para isso, com uma grande suavidade, a maior das suavidades, eu diria.
Mas essa suavidade não é uma suavidade que esteja impregnada de qualquer sentimentalismo, não é?, de qualquer vontade de bem, de quaisquer pensamentos açucarados, mas, bem ao contrário, é a doçura que resulta do Abandono o mais total ao Amor que vocês São, simplesmente.

E, portanto, como eu havia anunciado, o que vocês não quiseram ver e o que não quiseram soltar, bem, essa reversão vai, doravante, cada vez mais, tomá-los, literalmente, das mãos.
Não como uma punição, mas, simplesmente, porque é preciso, efetivamente, que vocês parem de agarrar-se ao que, no fundo, não tem qualquer consistência, para poderem aproximar-se ao máximo – cada um em sua medida, cada um na medida de suas possibilidades – ao mais próximo do centro do Ser, do que vocês São.
Aí está, é simples, não?

Bom, isso não é uma espécie de programa de celebrações que eu lhes faço, é, simplesmente, uma forma de descrição pictórica do que os espera nos próximos meses e do que vocês têm uma comunicação que lhes é feita por SERETI (seria esta?), tenho certeza disso mesmo, que volta a explicar-lhes um pouco isso em detalhe, de modo muito mais preciso do que eu.
Vocês me conhecem, eu venho de qualquer forma, não para garantir o espetáculo, mas apresentar-lhes, um pouco, o gostinho desse espetáculo que vai desenrolar-se diante de seus olhos, doravante, e que, para muitos de vocês, poderá ser perturbador, e eu diria totalmente incompreensível para aqueles que não vivem os processos da Luz, naturalmente.

Esse espetáculo poderá ter um gosto muito amargo para alguns porque, como eu o disse, ele vai privá-los do que vocês ainda seguram, em consciência, e que, consequentemente, continuava a manifestar-se em suas vidas como algo a que vocês atribuem uma importância, através de um olhar dual, para permitir-lhes ver, experimentar e viver, enfim, que tudo isso é apenas uma farsa, uma ilusão, um teatro, como diz BIDI.
E que é tempo, mais do que tempo, urgente, mas, verdadeiramente, urgentíssimo, bem, de soltar tudo isso e não mais ter do que seu Coração, no Coração de seu Ser.
Porque, doravante, é a partir daí e, unicamente, a partir daí que se leva a Dança.

Aí está, então, meus amigos, o que eu vinha dizer-lhes.
E é, efetivamente, um pouco como um lampejo de trovão que vai ecoar e, desta vez, em sua Terra e em seus céus, aqui mesmo.
Porque os processos de precipitação da Luz, atualmente, atingem tal intensidade, tal potência, que isso virá configurar e remodelar, de modo, doravante, tangível, e de modo tão rápido quanto possível, eu diria, o que deve sê-lo, atacando, entre aspas, prioritariamente, as zonas mais tenazes, nas quais alguns continuam a manter tal nível de dualidade, tal vontade de manter esses mecanismos de confinamento, que isso vem incomodar o conjunto de revelações do que deve revelar-se e que é preciso, de alguma forma, efetivamente, fazer saltar a tampa, não é?, um pouco como uma rolha de champanhe.

Então, eis um pouco em que consiste esse anúncio.
É, antes de tudo, o anúncio desse Desconhecido, que se tinha há tanto tempo na soleira da Porta, no inverso do cenário e, bem, se vocês não se dignaram a voltar-se para Ele, dar o passo para Ele e deixá-Lo vir ao seu encontro, vai, a um dado momento, simplesmente, liberar-se de que vocês voltem para Ele para vir ao seu encontro, quer vocês queiram ou não.
Porque, como nós anunciamos, vocês estão nos tempos da reconexão à Verdade da Luz, à Fonte, à sua onipresença nos Universos.
E, eu diria, ao fim de um tempo e o início de um Novo Tempo, que não será mais, absolutamente, mais governado de acordo com o mesmo modo.
E no fim dos tempos a Vontade do Pai realiza-se.
Ele o anunciou, já há muito tempo.
Ele veio repetir-lhes em várias reprises.
E esse fio entre vocês e Ele, entre Ele e vocês, quer vocês queiram ou não, quer reconheçam ou não, está bem aí, tangível, e será dado a reconectar ao conjunto dessa humanidade.
Cada um, simplesmente, viverá essa reconexão do modo pelo qual a isso está preparado, e do modo pelo qual ele aceita ou, eu diria, ele continua a mentir-se a si mesmo em relação a isso, em relação a essa recusa e aceitar e abrir-se a esse Desconhecido e a essa Revelação que chegam e que são, eu os lembro, apenas reencontros no Amor que vocês São, com sua natureza profunda – e tudo isso é profundamente natural.

Mas o que vocês querem?
O grau de resistência nesse mundo, ao que é tão natural, atingiu tal grau que é preciso, efetivamente, doravante, avançar e impor certo ritmo, um ritmo global no qual cada um, doravante, deverá alinhar-se.

Como vocês sabem, eu sou o Comandante dos Anciões, e nós estamos nos comandos.
E nós revelamos, do modo o mais preciso, o que deve sê-lo, atualmente, nesses tempos nos quais tudo isso deve estabelecer-se, doravante, sem sofrer qualquer desvio, qualquer ilegalidade, eu diria, ou tentativa, de qualquer maneira que seja, de levar sombra no desenrolar claro e límpido do que foi ordenado e do que está, simplesmente, na ordem das coisas.

Aí está, meus amigos, então há, como vocês podem entender, nesse momento mesmo, na Dança dos Elementos ao redor de nós, uma espécie de força que vem.
Essa força é a força do que vem, literalmente, perfurar os últimos véus, para permitir-lhes, enfim, começar a ver, a viver mais claramente e mais nitidamente o que nós temos descrito e retratado por tantos e tantos anos.
Tudo isso está terminado e é, portanto, o primeiro sinal que se anuncia.

Aí está, meus queridos amigos, o que eu queria, um pouco, retratar, de algum modo, neste dia, e convidá-los, então, à maior das Simplicidades em relação a isso: nada projetem, mas tenham, em todo caso, certeza de que por trás dessa nova intensidade, se posso dizer, que surge, o que vem é apenas o Amor – que sempre esteve aí, mas que se desvenda totalmente, doravante, nesse mundo.

Nós entramos, diretamente, nos Tempos da Revelação.
Eu concordo, isso pôde parecer um pouco longo, mas nós ali estamos.
E, portanto, mais do que nunca, sejam humildes, e sejam confiantes no que chega, qualquer que seja a forma que isso tome.
Porque, vocês sabem, isso tomará a forma que deve tomar, simplesmente.
Então, eu já falei, há muitos anos, do olhar da lagarta e da borboleta.
Bem, vocês podem referir-se, se o desejam, ao que eu disse naquele momento porque, efetivamente, em função do olhar que vocês adorarem sobre o que vai desenrolar-se doravante, será ou tudo um, ou tudo o outro.
Vocês podem ser, literalmente, tomados de terror ou, efetivamente, viver o que se desenrola no maior dos regozijos, não se regozijando do que seria, na aparência, das catástrofes, bem ao contrário, mas, simplesmente, vendo, nessa obra e nesses mecanismos que se desenrolam doravante – de modo, por vezes, estrondoso, é preciso, sim, dizê-lo, simplesmente, porque isso não pode ser evitado – bem, vendo através disso, o restabelecimento e o estabelecimento do que deve sê-lo.

Nós estamos com vocês, mais do que nunca, ao seu lado, para cada um.
Apoiem-se em nossa Presença, de modo a permanecerem em contato, íntimo, com essa Verdade do Coração, esse apoio na retidão, e essa Fraternidade que está aí, assim que vocês não percam de vista que nós estamos aí, que nós estamos com vocês nessa Comunhão de cada instante e que nessa confiança e na importância dessa confiança que nós desenvolvemos ao longo desses anos encontra-se todo o suporte, toda a nutrição, todo o reconforto, toda a certeza e toda a lucidez da qual vocês podem ter necessidade.

Aí está, então, o que eu tinha a transmitir-lhes hoje, e que eu vim anunciar-lhes, à minha maneira, em nome não, unicamente, dos Melquisedeques, mas nesse movimento que inicia, doravante, o conjunto da Confederação dos Mundos Livres.
Bem além de mim, nós somos inumeráveis, nesses tempos, a trabalhar nisso.

Então, fiquem Tranquilos, fiquem na Alegria e não se preocupem com nada mais que não sua interioridade, seu Coração, porque o resto vai, doravante, resolver-se por si mesmo, eu diria, com ou sem seu consentimento.
Trata-se, portanto, efetivamente, de um convite a uma forma de Último Abandono, um Abandono no qual vocês soltam tudo, todos os medos, as ilusões desse mundo – não para fugir do que quer que seja, mas, sim, para viver, na verdadeira Vida, o sabor e a redescoberta do que é, realmente, a Vida, e não, unicamente, a aparência de uma vida.

Aí está, então, eu espero não ter sido demasiado teatral em minha intervenção, mas, como vocês veem, tudo isso, ao final, é uma questão de véus e de levantar a cortina.
E, portanto, é preciso, efetivamente, de alguma forma, marcar a ocasião.

Eu lhes desejo uma excelente estadia neste local, e eu lhes dirijo todas as minhas bênçãos.
E eu lhes digo até breve.
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Transmitido por Marc


23/07/2014

CRISTO KI-RIS-TI (por Air) – 23 de julho de 2014


Eu sou Cristo Ki-Ris-Ti.
Irmãos e irmãs em encarnação, eu venho, mais uma vez, ao seu encontro, para lembrá-los do que vocês já sabem: tudo está realizado, tudo está consumado, para acolhê-los em sua Eternidade.
Resta apenas um passo, um último passo que só você pode realizar. Assim é a liberdade: ninguém nada pode impor a vocês.
Eu os lembro do que já lhes disse: eu sou o Alfa e o Ômega, o Caminho, a Verdade e a Vida.
E vocês e eu somos Um.

Então, cabe a vocês realizar o último passo, se isso ainda não foi feito, aquele de ser a Vida, não uma parcela, não um indivíduo na Vida, mas, sim, a Vida, na totalidade.
Não há qualquer esforço a realizar, porque isso é Verdade.
O esforço é o de manter a ilusão de uma pessoa.

Ser a Vida não é uma experiência antes de voltar a uma pessoa limitada.
Ser a Vida vive-se a cada respiração.
Vocês são o ar que entra nos pulmões, vocês são a difusão em todo o corpo, vocês são o ar que dele sai.
É assim o conjunto da Criação.

A Vida é Una e indivisível.
Ela engloba o conjunto de experiências.
Ela não se limita.
Ela não é para compreender, ela não pode, em caso algum, ser um conceito.
Ela apenas pode ser, assim que vocês se contentem em ser o que vocês são, soltando qualquer outro verbo: o ter, o fazer etc. etc.

Ser o que vocês são, ser a Vida, ela está aí, aqui e agora, e não tem necessidade de nada mais que não esse último passo.

Eu lhes proponho um tempo de Comunhão, para viver, no conjunto de suas estruturas, o que eu acabo de desenvolver...

[Comunhão]

Irmãos e irmãs, o tempo das experiências terminou.
É tempo, agora, de viver sua própria Ressurreição, abandonando a morte e juntando-se à Vida.
Isso, eu repito, não pode ser compreendido.
Não procurem a Vida em outro lugar que não no que vocês são.
Reconheçam-se em cada manifestação, reconheçam-se no espaço...

Não há outros momentos: tudo está realizado, como eu já disse.
Então, enquanto vocês mantêm a expectativa, a expectativa de uma nova intervenção de nossa parte, expectativa de tal ou tal evento exterior, expectativa de um momento mais oportuno em sua vida, tudo isso os mantém fora da Verdade, fora da Vida.
E saibam que não haverá, jamais, melhores ocasiões do que aquelas que vocês vivem, aqui e agora, para revelarem-se a si mesmos, juntando-se à Verdade que vocês são.

Eu sou o Alfa e o Ômega, o Caminho, a Verdade, eu sou a Vida.
E você e eu somos Um, indivisíveis, inseparáveis.
Nós não somos um mais um que continuaria um, nós somos, verdadeiramente, o Único.
Única Verdade, pura consciência, Eternidade, última, Presença, a Vida...

Minha mensagem não se dirige ao mental.
Ela é percebida, ouvida na consciência que se revela a ela mesma...

Filhos do Um, é tempo de ser sua Verdade, de ser o Um...

Você, a Vida, eu o espero do outro lado do véu, se isso se revela inscrever-se em sua liberdade.
Assim, nós nos reencontraremos, nós nos reconheceremos, novamente, como a Vida.

No Coração do Um, meu Coração, seu Coração, único, banhemo-nos no Amor Eterno...

Até breve.
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Transmitido por Air